Ajude-nos a não deixar esse caso cair no esquecimento. Vamos unir forças para que a justiça seja feita. Como já vínhamos dizendo desde o início, foi EXECUÇÃO, ASSASSINATO, COVARDIA.
O inquérito da Polícia Civil que apura a morte de Natanael Odilon Pereira da Silva, 29 anos, o Natan, concluiu que houve execução e não legítima defesa de terceiro, como teria sido alegado inicialmente pelo suspeito do crime, o cabo PM João Manoel Pereira Gandra. “O laudo do local (...) mostra que a vítima levou o primeiro tiro por trás da cabeça, vindo a cair e, já no solo, recebeu mais quatro tiros, (um de raspão na testa) sendo executado (...)”, diz o documento, que foi encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE), no dia 28 de maio, cuja conclusão do delegado Maurício Barros representa pela prisão temporária do policial, o que teria sido negado pela 1ª Vara Criminal. Natan foi morto na madrugada do dia 24 de maio em frente uma boate na avenida Pelinca, área nobre de Campos.
De acordo com o inquérito, os laudos cadavérico e do local do crime feitos pelo Instituto de Médico Legal (IML) mostram que o primeiro tiro foi dado por trás da cabeça (nuca). A vítima já estava no chão quando outros tiros: na boca, no malar direito, no lábio superior direito e um de raspão na testa — “numa curta distância e sem qualquer chance de defesa, percebendo-se claramente que a intenção era acabar com a vida da vítima”, diz a promotora Alessandra Hono-rato Neves Batista, da Promotoria de Investigação Penal (PIP), do MPE.
A promotora também representou pela prisão temporária de 30 dias alegando que “soam mentirosas e controversas as declarações das testemunhas, até por medo do indiciado (o cabo), o que gera a necessidade da segregação temporária deste para que as testemunhas ve-nham a falar a verdade, possibilitando o melhor esclarecimento dos fatos e a justa convicção deste Parquet”.
João Manoel Pereira Gandra é lotado no 32º Batalhão de Polícia Militar de Macaé, e, segundo informações do comandante da corporação, coronel Alnyr Ribeiro, nenhuma modificação foi tomada em relação ao policial. O 32º BPM, também instaurou, no dia do crime, uma investigação administrativa para avaliar a conduta do policial, que segue trabalhando normalmente.
O inquérito da Polícia Civil que apura a morte de Natanael Odilon Pereira da Silva, 29 anos, o Natan, concluiu que houve execução e não legítima defesa de terceiro, como teria sido alegado inicialmente pelo suspeito do crime, o cabo PM João Manoel Pereira Gandra. “O laudo do local (...) mostra que a vítima levou o primeiro tiro por trás da cabeça, vindo a cair e, já no solo, recebeu mais quatro tiros, (um de raspão na testa) sendo executado (...)”, diz o documento, que foi encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE), no dia 28 de maio, cuja conclusão do delegado Maurício Barros representa pela prisão temporária do policial, o que teria sido negado pela 1ª Vara Criminal. Natan foi morto na madrugada do dia 24 de maio em frente uma boate na avenida Pelinca, área nobre de Campos.
De acordo com o inquérito, os laudos cadavérico e do local do crime feitos pelo Instituto de Médico Legal (IML) mostram que o primeiro tiro foi dado por trás da cabeça (nuca). A vítima já estava no chão quando outros tiros: na boca, no malar direito, no lábio superior direito e um de raspão na testa — “numa curta distância e sem qualquer chance de defesa, percebendo-se claramente que a intenção era acabar com a vida da vítima”, diz a promotora Alessandra Hono-rato Neves Batista, da Promotoria de Investigação Penal (PIP), do MPE.
A promotora também representou pela prisão temporária de 30 dias alegando que “soam mentirosas e controversas as declarações das testemunhas, até por medo do indiciado (o cabo), o que gera a necessidade da segregação temporária deste para que as testemunhas ve-nham a falar a verdade, possibilitando o melhor esclarecimento dos fatos e a justa convicção deste Parquet”.
João Manoel Pereira Gandra é lotado no 32º Batalhão de Polícia Militar de Macaé, e, segundo informações do comandante da corporação, coronel Alnyr Ribeiro, nenhuma modificação foi tomada em relação ao policial. O 32º BPM, também instaurou, no dia do crime, uma investigação administrativa para avaliar a conduta do policial, que segue trabalhando normalmente.
Uma vergonha esse sujeito não estar preso...
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